NO(CE)S

dueto %22NO(CE)S%22, de Jorge Garcia e T

Trazendo como pano de fundo a música Les Noces de Stravinsky, uma de suas composições mais conhecidas realizada para Balé Russe, onde é celebrado um casamento com referências musicais na cultura popular russa. 

Este filme dialoga sobre um casamento de um casal com culturas distantes, mas que dialogam harmonicamente. Em tempos atuais pandêmicos, ela não está mais entre nós, apenas sua imagem transita pela casa, e ele está só e busca ter contato espiritual, trazendo memórias dos momentos que estiveram juntos.

 

FICHA TÉCNICA

Direção, roteiro, coreografia, figurinos e performance - Jorge Garcia & Toshiko Oiwa

Trilha Sonora Original - Eder “O” Rocha

Câmera - Luciana Canton

Iluminação - Jorge Garcia, Toshiko Oiwa e Wilson Aguiar

TOSHIKO OIWA ||  Estudou dança na Juilliard School em Nova York. Entre 1996 e 2006, Toshiko integrou a companhia de dança de Twyla Tharp e Bill T. Jones/ Arnie Zane Dance Company em Nova York, e seguinte na França, Ballet Preljocaj/Centro Coreográfico Nacional do Aix-en-Provence. Toshiko apresentou-se em mais de 20 países. A partir do 2007 Toshiko criou sua própria obras e apresentou no Japão, França, Alemanha, Marrocos, Brasil e na Holanda. Em 2008 ficou no brasil pesquisando danças Brasileiras durante un ano. Seus vídeo danças foi exibido no Dance on Camera Festival, Manhattan Neighborhood Network em Nova York e no Cinedans em Amsterdam. Atua como professora convidada na Korean National University of the Arts em Seul e no Senzoku College of Music em Tóquio.

JORGE GARCIA || Iniciou seus estudos em 1991 em Recife. Em 1995 entra na Cisne Negro Cia de Dança em São Paulo e em 1997 vai para o Balé da Cidade de São Paulo onde além de atuar como bailarino também coreografa algumas peças: Divinéia (2001), Desatino do Norte Desatino do Sul (2003), R.G (2006), T.A.T.O. (2012) e Árvore do Esquecimento (2015). Em 2005 cria a Jorge Garcia Companhia de Dança, tendo como repertório as peças Cantinho de Nóis (2005), Histórias da 1/2 Noite (2006), Um Conto Idiota (2007), Cabeça de Orfeu (2008), Nihil Obstat (2009), Interludio (2009), O Mesmo Lugar de Sempre (2009), Área Reescrita (2010), 1o Suite para Violoncelo Solo de J. S. Bach e Caixa de Vidro (2012), Imprimi Potest e Rotatória (2013), Imprimatur e COPYLEFT (2014) e a mais recente pesquisa Take a Deep Breath (2016), Plano Sequência/Take2 (1017), Plano Sequência/Caixa Preta (2019). Coreografou também em 2002 para o Filme Carandiru com direção de Hector Babenco, em 2005 o Musical Baile Estelar sob direção de José Possi Neto, em 2006 o espetáculo circence Stapafúrdyo, dirigido por Hugo Possolo (Parlapatóes e Pia Fraus) e algumas óperas, como Sanssão e Dalila (2009) com Emilio Sagi, no Teatro Amazonas em Manaus, Teatro de Rua Barafonda (2012) com a Cia São Jorge de Variedades, Ópera Urbe (Peste Contemporânea) com direção de Rogério Tarifa (2016) e o filme ANNA de Heitor Dhalia (2019).