D   i s t â n c i a

STILL D I S TANCIA 1.png

2 corpos

2 continentes

2 estações de ano opostas

Uma coisa em comum: a distância

 

Através dos limites da distância entre dois corpos, 2 pessoas estabelecem uma comunicação, encontram afinidades em comum com o propósito de exprimir em movimentos a distância entre elas.

A ausência do outro gera a saudade e uma certa solidão, sentimentos em comum que predominam no desenrolar dessa cena.

“D   i s t â n c i a” traz não só a questão da saudade e solidão no momento em que estamos, como também a reflexão gerada ao ter que se distanciar do outro. Talvez dessa maneira aprendemos a valorizar mais ao outro, numa sociedade onde as pessoas se distanciam cada vez mais humanamente.

Criação: Dani Stasi e Lourenço Homem

Música: Anne Vadagnin

Câmera: Luciana Canton e Kun Liang

DANI STASI || Iniciou seus Estudos em dança no método de Rudolf Laban com Maria Duschenes e graduou-se em Dança na UFBA. Em São Paulo, integrou o Balé da Cidade de São Paulo sob a direção de Klauss Vianna e Julia Ziviani. Formou-se na Técnica de Martha Graham e atuou como bailarina da Martha Graham Dance Company. Interessada no aspecto terapêutico da relação mente/ corpo, concluiu o Bachelor of Arts em Dance/ Movement Therapy na NYU e a Certificação no Método Pilates. Atuou como professora no Centro Projeto Axé de Defesa e Proteção à Criança e ao Adolescente, Balé da Cidade de São Paulo, Centro Cultural São Paulo e Espaço Dança Ruth Rachou. Foi professora/ ensaiadora da São Paulo Companhia de Dança e Coordenadora Pedagógica da Escola de Dança do Theatro Municipal, onde estruturou a formação em Dança Moderna/ Contemporânea.

LOURENÇO HOMEM || Iniciou seus estudos em dança nos anos 1980, na escola Ismael Guiser, onde estudou com Patty Brown. Em São Paulo, trabalhou nas companhias: Cia. Casa Forte, Cisne Negro, Grupo Boi Voador e Teatro Oficina Uzyna Uzona; onde atuou em “As Bacantes”, com direção de José Celso Martinez Corrêa. Em 1994, foi bailarino no Balé Teatro Castro Alves (BTCA). Depois mudou-se para a cidade de Berlim (Alemanha) onde trabalhou com Sasha Waltz e Daniel Barenboim na ópera “Aida”.Em 1998, encenou “Porgy and Bess” com a Filarmônica de Viena, em Bregenz/Áustria. Em 1999, tornou-se integrante da companhia Deutsches National Theater (Teatro Nacional Alemão). Nessa época, também compartilhou a cena com renomados profissionais, entre eles, Ana Mondini, Márcia Haydée, Koffi Koko, Umberto da Silva e Yoshi Oida, com quem atuou em “As criadas”, de Jean Genet. Em 2003, fundou a Cia. Lourenço Homem, que produziu consecutivamente os espetáculos: “Over Seas” (2003); “Turbo” (2006) e “Benefit” (2007), o último, em coprodução com a atriz alemã Alexandra Kamp. Em 2008, voltou ao Brasil e, no ano seguinte, estreou “Me leva”, primeiro trabalho solo em território brasileiro, apresentado no Festival de Dança de Ourinhos, na Mostra de Dança e Filosofia do Mosteiro São Bento e no SESC Pinheiros, como parte da mostra “Solos Urbanos”.