pulsa e vaza

pulsa e vaza de Marco Xavier e Patrícia

Marca o encontro entre dois amigos, Artistas da Dança, enclausurados, separados pela pandemia do coronavírus, e sedentos por pulsar e vazar. Desse encontro criaram este grito de resistência e revolta que é "pulsa e vaza".

 

Projeto, Criação e Figurino: Marco Xavier e Patrícia Noronha

Criação/edição de som: Patrícia Noronha

PATRÍCIA NORONHA || Doutora e Mestre em Teoria e Prática do Teatro e Pedagogia do Teatro, ambos pela ECA-USP. Integrou o quadro de Docentes e Pesquisadores do Departamento de Artes Cênicas da Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo CAC/ECA/USP de 1996 a 2013. Integra o Departamento de Artes Corporais do Instituto de Artes da Universidade Estadual de Campinas - DACO/IA/UNICAMP de 1986 a 1996 e de 2013 até a atualidade. Principais Prêmios: EnCena Brasil, APCA, Mambembe, FUNARTE, Flávio Rangel, Premio de La Critica Festival Internacional de Teatro de La Habana - Cuba, Bolsa Vitae de Artes, PAC 04, PAC 21, Fomento à Dança - São Paulo. Indicações aos Prêmios: Shell e APETESP.

MARCO XAVIER || Iniciou sua carreira de dançarino em 1987, em grupos de danças populares e dança afro, com Tião Carvalho e Marcelo M’Dambi. Como aluno da Escola de “Circo Picadeiro” integrou o elenco da “Cia Tantos e Tortos”, com direção de Sergio Penna, em que atuou como ator,músico,dançarino e coreógrafo. Foi aluno de dança de José Ordonez, Mariana Muniz, Makalé dos Santos, Mestre King, Negrizu, Rosangela Silvestre, José Maria Carvalho, Denilton Gomes e Maria Monmenson. A convite de Denilton Gomes participou do espetáculo ”Safara: uma Ciranda para Uma Lua e Meia”, depois participou da criação do espetáculo “O Olho do Tamanduá”, com a “Cia Tamanduá de Dança Teatro”, sob a direção Takao Kusuno. O trabalho foi apresentado em Cuba, Alemanha e Japão, entre os anos de 1997 e 1998. Com integrantes da Cia Tamanduá, realizou os espetáculos: “Urobò” com José Maria Carvalho; ”Totem” com Emily Sugai e Eliana Santana; ’Lucíola”; “Glorias” de Emprestimo” Cia Panápaná com direção Patricia Noronha e ”Obrigado Por Vir” (2018) com a Cia Key e Zetta. Em colaboração com a artista Simone Mello desenvolve o projeto “Flutuações do Butoh’, que é composto por aulas, palestras, performances e vídeos, e teve edições em Lima, Cuzco, Pizac (Peru), Salvado e São Paulo (Brasil). Atualmente, coordena o Coletivo Paisagens Flutuantes, com o qual esteve em temporada no Teatro Studio Heleny Guariba com o espetáculo “Correspondance à Camille Claudel em 2018. Em 2020, juntamente com Rosana Ribeiro, está em residência artística no Centro de referência da dança, onde integrou o projeto “Laboratório de trocas” e “Provocações cênicas”.